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Fresno - Letras e Músicas

Fresno

O Ar

Ah, se você pudesse sentir Ontem não consegui dormir Sem ouvir a tua voz cansada Você devia estar aqui pra ver Aqui não para de chover Desde que você voltou pra casa Se o meu lar for onde houver tua respiração Vou morar na tua voz Ao menos até

Fresno

Alguém Que Te Faz Sorrir

Eu nunca consegui saber diferenciar Não querer com não mais sentir Não merecer com não mais amar E hoje eu estou aqui Sem ter lugar pra ficar Escrevendo canções pra que Você possa escutar Com outro alguém do seu lado Alguém que te faz sorrir Alguém que vai te abraçar Quando

Fresno

Diga, Parte 2

Tira a maquiagem pra que eu possa ver Aquilo que você se esforça pra esconder Agora somos só nós dois, já podes parar de fingir Mas cala essa boca e me diz com o olhar Quem era você até me encontrar? Se agora és diferente O que

Fresno

Porto Alegre

Faz frio em Porto Alegre toda noite E de longe eu não posso te ver Então me perco em pensamentos de um passado Que há muito tempo eu quero esquecer Eu só quero falar que ao teu lado Eu tava errado, eu nunca consegui viver Mas só

Fresno

Manifesto

A gente acorda pra vida e não quer sair da cama A gente abre a ferida na pele de quem nos ama A gente vive na guerra, a gente luta por paz A gente pensa que sabe, mas nunca sabe o que faz A gente

Fresno

A Sinfonia de Tudo Que Há

Acordei ouvindo o pôr do sol E cada nota guia um passo que eu dou no ar Eu vivi tantos dias em desarmonia Com a sinfonia de tudo que há A história não dirá, mas prevalecerá Das verdades, a minha versão As vidas vêm e vão, e

Fresno

Acordar

Hoje eu vou sair Trazer pra vista a luz Pra eu poder escrever O que não se traduz Pra me fazer sentir Pra eu me banhar de vento Pra eu deixar escapar O que sobra aqui dentro Pra me acordar do coma Pra me levar pra casa E todo dia Eu nasço,

Fresno

Se Algum Dia Eu Não Acordar

Imagine se um dia eu não acordar Quem vai puxar assunto com você? Quem vai mentir que você é legal? Imagine se um dia eu morrer Você iria se arrepender De não ter dito tudo que eu perguntava E eu vou morrer sem nunca saber Se você, no

Fresno

Eu Sou A Maré Viva

A casa cheia, o coração vazio Escorre do meu rosto, um lamento arredio O veneno acabou, a festa esvaziou O tempo da inocência terminou Os amigos que eu fiz, e quem jamais voltou Feridas que eu abri, e que jamais fechou Para passar a luz, que vence

Fresno

O Resto É Nada Mais (O Sonho de Um Visconde)

Eu sonhei que o mar me engolia, me tirava o ar Experimentei uma paz De ver que eu não iria mais voltar Eu vi que o céu é só mais uma ilusão Escrevi num papel, pra me lembrar ao fim do furacão Precisei voar pra bem

Fresno

Poeira Estelar

A cada filho que pede um pai Quando o fardo é pesado demais Quando o amigo trai E você sente aos poucos a visão a enturvar E a esperança evanescer E você só queria uma chama pra queimar suas memórias Só pra ver, testemunhar Que nada nesse mundo

Fresno

Cada Poça Dessa Rua Tem Um Pouco De Minhas Lágrimas

Você vai dizer Eu não fiz por mal Eu não quis te magoar E eu vou dizer Que seria ideal Fugir, te abandonar Pra sempre, pra sempre Começa a chover E a lágrima vai se misturar Com a água que cai do céu E ao anoitecer Em vão eu tento encontrar O que

Fresno

Abrace Sua Sombra

Quando eu acordo tarde, a minha tarde voa Sobrevoando os dias, eu nunca pouso à toa De tanto me importar, nem tem mais importância Exerço diariamente a minha inconstância De tanto apanhar, eu já nem sinto dor Palavras ferem mais que o soco do agressor Quem traz

Fresno

Sexto Andar

No meio da avenida de duas mãos Luzes que vêm e vão, sem ter aonde chegar Nas estações de trem, a gente vai e vem Gente do mal e do bem respirando o mesmo ar No meu elevador ninguém pode me escutar Nem a lei da

Fresno

Pedindo Perdão

Não tive intenção de te fazer triste As vezes também erro Peço desculpas.. Mas todo mundo faz besteira Eu sou apenas mais um Que está tentando melhorar Não sou perfeito Nos últimos minutos Só penso em me redimir Mas não dói Não custa nada Um dia a gente ainda vai se entender Se

Fresno

Hoje Sou Trovão (part. Caetano Veloso)

Eu me escondi nas encostas pra enxergar Tudo que eu perdi por medo de tentar Eu já menti até o mundo acreditar Mas eu jamais consegui a mim mesmo enganar É tudo demais Em mim espaço não há É que eu já vi tanta gente se endividar Devendo

Fresno

Milonga

Vamos falar de solidão Na sua casa nunca mais entrei Mas decorei com exatidão Todas as coisas como eu deixei Versos jogados pelo chão Lembranças do que não presenciei Mas decorei com exatidão Como o passado que eu mesmo criei E tudo que eu posso oferecer São minhas palavras pra

Fresno

Axis Mundi

Abri os meus braços Com a alma em pedaços Sem ter pra onde ir Deixei o vento então me levar De volta pra casa Inesgotável fonte de novos horizontes Na imensidão me fiz canção Me fiz presente em teu coração Seriam meus versos em vão? Mas se eu pudesse encontrar

Fresno

Desde Quando Você Se Foi

Mais uma história com um final Mais um coração partido Um novo fim pra um amor normal Mais um choro sem sentido Não há razão pra te escrever Perdi a razão ao encontrar você E as minhas palavras se misturam Num mar de falsas canções E te dizer Que amor

Fresno

Infinito

Eu nunca fui de lembrar Nem tenho quadros em casa Pois são a fonte do problema A vida nem sempre é Do jeito que eu esperava Eu já nem sei se vale a pena Mas se eu pintar um horizonte infinito E caminhar Do jeito que eu acredito Eu vou