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Quinta do Bill - Letras e Músicas

Quinta do Bill

Quando Eu Era Pequenino

(Refrão) pararara parararara pararara parararara pararara pararara Quando eu era pequenino Quando eu era pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer Ainda mal abria os olhos Ainda mal abria os olhos Já eram para te ver Já eram para te ver (Refrão) pararara parararara pararara parararara pararara pararara (bis) Quando eu já for velhinho Quando eu

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Prece (uma Canção)

Cada lágrima que choras é uma canção. Cada canção que amas é uma verdade. Cada verdade que vives é uma prece. Que me proíbo de esquecer.

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Os Filhos Da Nação

Aqui estás tu, jovem atento acordado neste fim de século à espera de um lugar difícil de encontrar no canudo vive a esperança. Atrás das luzes em vertigem ao medo da noite decente que tens que conquistar tu tens de conquistar Ai estes são os filhos da nação adultos para sempre ansiosos

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Dias De Cumplicidade

E se mais que eu, um dia te quiser não me faltem forças para o ver gritarei de dentro do peito a emoção lágrimas que choro por viver São dias de salvação são dias de celebração são dias de cumplicidade Sinto hoje a alma plena de alegria E em

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Voa

Sou mal amado, mas sonho amar O que tu tens para me dar Trago na boca, o coração Presos nos versos, desta canção... Sinto-me tão leve, que não posso acreditar Voa, voa voa... Sinto-me tão leve, que não posso acreditar Voa, voa voa... Ainda agora aqui cheguei E mil mulheres

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Reunir Aos Meus Amigos

Hoje é o dia em que eu Celebro as coisas simples Uma é ver-te a sorrir Os dedos são a ponte entre O vidro onde escrevo e a pele do teu corpo Ohhh, alguém canta Os dias sem ninguém Quem vier por bem venha também Reunir aos meus amigos Toma

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Se Te Amo

Nada em terra e céu, nos pode ensinar O que vai na alma, de alguém que recusa Deitar sobre o chão Eu não Oh, se te amo Se não tenho Oh, a vergonha De o dizer E nunca esse acaso ou lei, eu entendi O homem que em vão se

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De 2ª A 6ª Feira

De 2ª a 6ª feira tudo passa lento nasce o dia sempre igual em tom cinzento e onde apenas sou mais um, nem sequer por um momento pára um pouco p'ra pensar neste seu tormento 6ª à noite não me falem mais de trabalho eu quero

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Menino

Quando eu era pequenino Acabado de nascer Ainda mal abria os olhos Já eram para te ver. Quando eu já for velhinho Acabado de morrer Olha bem para os meus olhos Sem vida aonde te ver.

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Mãe(que Saudade)

Que saudade, eu guardei Desse tempo em que a criança Não se magoava Na infância, me ensinaste Que Deus se esconde Em todos os lugares Ainda que a saliva dos homens Se transforme em cinza. Tenho medo, de receber Uma ordem de despejo Da noite do mundo Nenhum sonho vem Daquela manhã É o

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A Única das Amantes

Tu a única das amantes Arrepias-te à chegada Da escolha que trocas-te na procura De alguém que não sabes ser Tens um mundo a teus pés/ À espera que o empurres Uma vida à frente/ Que só tu podes viver (Bis) Vejo-te ir pelas ruas Contar o tempo

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Por Quem Morres Maubere

Através desta canção Pedimos desculpa Pela vergonha de um povo Que ninguém assume. Sabemos que é muito pouco É tudo o que temos Só nos resta descobrir Quem te abandonou. Maubere, ó... Foi preciso alguém gritar De fora para dentro Que algures no oriente Estavas a sofrer. Só então o Português Enfim conheceu A dor que

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Senhora Maria Do Olival

Que tentação por-me ao Caminho Logo pela manhã De que me serve, toda esta Pressa Se ela vai longe Minha alma é a tulipa da aurora Oh dama de escuro Não vos tarda a demora. Senhora Maria do Olival Fui chama do pecado sensual Desculpai-me a maçada, eu sei Mas não fiz por

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A Festa Dos Vencidos

Como é que é possível não lutar para vencer e convencer escolher ficar atrás sem uma ambição e um caminho a percorrer que será de mim, que futuro eu vou ter? Na festa dos vencidos, não se aceitam marcações não existem prémios, não desperta tentações Põe-te à vontade,

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O Mundo Para Ti

Procuro o teu olhar urgente Como ternura devagar Como inocência de repente Distingo a lua do luar Caminho e corro sem saber Toda a distância da vida Quero encontra-te para aprender Labirintos sem saída Oh, eu hoje acredito que o mundo Nasceu para ti Oh, eu hoje acredito que o mundo Existe

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Donas De Bem

Diz o ditado que dos fracos não pode rezar a história mas a verdade é bem diferente confirmada dia-a-dia com rigor por todos esses números que não mentem e apontam Portugal à cabeça da Europa Ocidental, no orgulho masculino. Ergam-se Donas de Bem e exultem de alegria benditas sejam vós

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Onde Sei Viver

Tenho a mania de me equilibrar Nesta corda bamba Onde a sorte salva o medo Mas tenho a consciência clara Que não estou certo Para o dever da decisão Onde a razão falha Onde falha a sensatez Onde a raiva esconde a dor Não me deixes desistir (sem ti) Neste tempo,

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Se és Branco Ou Negro

Falaram-me hoje de ti do tempo em que não te vi da guerra em que não cresci Que ódio tu guardaste no tempo em que cá ficaste tu nunca me contaste Se és branco ou negro a mim tanto faz a ti só te peço que me dez a paz Qual

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(que Será De Ti) Lisboa

Há cidades cor-de-cinza, onde as mulheres se agitam velozmente, como o tempo que passou. Que memórias guardam, os lugares esquecidos as pedras do teu silêncio que eu cruzo dia-a-dia. Onde estão os berços dos filhos que carregas não os vês crescer na rua, estão dentro de ti,

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Ensina-me A Dançar

Alguém já me disse Qu´esta vida são dois dias Toca a despachar A festa vai começar Alguém trouxe pão Alguém trouxe vinho Nós trazemos música Outros o carinho ... Tu faz-te ao caminho Acendam as luzes Acendam as fogueiras Aticem essas brasas Retirem as cadeiras Quero esta festa toda decorada Com fitas de cores E gente animada Ouviu-se