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Wilson Paim - Letras e Músicas

Wilson Paim

Ave Maria Cheia de Graça

Ave maria cheia de graça O senhor é convosco Bendita sois vós Entre as mulheres E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, Rogai por nós pecadores Agora e na hora de nossa morte, Amém!

Wilson Paim

Sinceridade

Sinceridade Palavra bela que me conduz e norteia Contrapõe a falsidade Sobrepõe a mentira feia Sou poeta e proseador Cantador do que é certo E as pessoas que eu amo Eu conservo assim por perto E as pessoas que eu amo Eu conservo assim por perto (Refrão) Sinceridade Já me deixou muitas vezes

Wilson Paim

Minha Meiga Senhorita

Minha meiga senhorita, eu nunca pude lhe dizer Você jamais me perguntou De onde eu venho e pra onde vou De onde eu venho não importa porque já passou O que importa é saber para onde vou. Minha meiga senhorita, o que eu tenho é quase

Wilson Paim

Entardecer

Um matiz caboclo Pinta o céu de vinho Pra morar sozinho Todo o pago é pouco Todo o céu se agita O horizonte é louco Num matiz caboclo De perder de vista Amada Amada Por viver sozinho Não me apego a nada O minuano rincha Nas estradas rubras Repontando as nuvens Pelo céu arriba O sol poente

Wilson Paim

Ainda Existe um Lugar

Venha sentir a paz que existe aqui no campo O ar é puro e a violência não chegou O céu bem limpo e muito verde pela frente E uma vertente que não se contaminou Pela manhã o sol nascente vem sorrindo E os passarinhos cantam hinos

Wilson Paim

A Menina dos Olhos Bonitos

Traz contigo a doçura da flor E os encantos de um ser fascinante Alegria expressando o amor E o brilho a lembrar um diamante Tens a forma de um mundo pequeno E os mistérios que vivo a buscar Matizados num sonho sereno Que eu encontro só no teu

Wilson Paim

Vitória régia

Naquela noite radiante surgiu a lua no poente Tão alva quanto as estrelas tu surgiste de repente No encanto da natureza o mundo era um jardim Aquela flor cativante ali sorrindo pra mim Aquela flor cativante ali sorrindo pra mim Sempre vaguei livremente nas asas da

Wilson Paim

Hino do Rio Grande do Sul

Como a aurora precursora Do farol da divindade, Foi o Vinte de Setembro O precursor da liberdade. Mostremos valor, constância, Nesta ímpia e injusta guerra; Sirvam nossas façanhas De modelo a toda a terra. Sirvam nossas façanhas De modelo a toda a terra Mas não basta, para ser livre, Ser forte, aguerrido

Wilson Paim

Um Pito

Olha, guri, repara o que estás fazendo. Depois que fores, é difícil de voltar. Aceite um pito e continuas remoendo teu sonho moço deste rancho abandonar. Olha, guri, lá no povo é diferente e certamente faltará o que tens aqui. Eu só te peço, não

Wilson Paim

Saudade de Minha Terra

Quero ir na minha terra Quero matar a saudade Quero ver o que eu não vejo Aqui dentro da cidade Quero demorar bastante Ficar lá o mês inteiro Quero fazer toda a lida Que eu fazia de primeiro Quero domar potro xucro Que há muito tempo eu não domo Tomar um

Wilson Paim

Reencontro

Nestes meus olhos de olhar tristonho Existe um sonho de te namorar Só peço não demores tanto Porque eles podem se cansar Cansados vão ficar mais tristes Mas ainda existe um brilho no olhar Que se mirares profundamente Vai de repente te reencontrar "Menina bonita que se fez distâncias Soubesses

Wilson Paim

Conselhos

Filho, sou teu pai, sou teu amigo, por isso escuta o que eu digo, minha experiência é quem fala. Melhor aprende o que cala, e ouve com atenção. Este destino de peão, não te vou deixar de herança, porque me sobra esperança, de ver-te um dia patrão. Filho,meu velho também

Wilson Paim

Parabéns Crioulo

Parabéns, Parabéns saúde e felicidade Que tu colhas sempre todo o dia Paz e alegria na lavoura da amizade Que Deus velho te conceda Com sua benevolência Muitas e muitas campereadas Na envernada da existência Parabéns, Parabéns saúde e felicidade Que tu colhas sempre todo o dia Paz e alegria

Wilson Paim

Um canto de amor apenas

Nas tardes quentes de verão no pago quando à sombra mansa da figueira sentas Eu vou levar-te para amar no rancho com a força bruta de dez mil tormentas Nas noites frias em que tu te inquietas com o vento intruso que a

Wilson Paim

Trem de lata

Uma velha ferradura pendurada Feito o sino dá licença na estação Pra que o velho trem de lata em disparada Chegue a tempo no outro lado do galpão Orelhano não tem marca registrada E o seu trilho é o próprio rastro pelo chão Lá no cocho das

Wilson Paim

Valsa da Prenda Jovem

A cortina da vida se abre Desabrocha uma flor em botão Um sorriso estampado em teu rosto Enfeitando o visual do salão Tens a essência da simples cidade E o futuro na luz de um olhar Flor rainha desta primavera Que o setembro se põe a espiar (Refrão) Prenda Jovem,

Wilson Paim

Compondo Caminhos

Tentei ser dono de meu universo Andei disperso só pensando em mim Buscava alegrias, prazer, diversão Mas insano e triste beirava meu fim Arruinei família, trabalho e moral E a boa amizade também se perdeu Só quem passou por essa experiência Sabe o que é a droga e

Wilson Paim

Retorno

Subi a serra castigado pela sede De reencontrar minhas raízes de além mar Para adoçar o gosto amargo da distância Matar a ânsia sufocante de voltar Mirando o rio que me fascina desde a infância Acariciado pela brisa da manhã Passei a ponte ouvindo o ruído das

Wilson Paim

Xote da Amizade

É preciso dar a mão Tem que se cumprimentar, Mas depois de ser amigo Não pode o coração negar É preciso dar a mão Tem que se cumprimentar, Mas depois de ser amigo Não pode o coração negar Se tropeça numa pedra Se tropeça numa rua Tropecei na minha estrada Tropecei até

Wilson Paim

Te Amo

Que Será Que Eu Vou Fazer Pra Não Ficar Na Solidão Já Não Consigo Mais Viver Assim, Eu Te Quero Sempre Junto A Mim A Distância Que Me Afasta Dos Teus Braços, Me Deixa Assim Eu Já Nem Sei O Que Faço Esta Saudade É