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Zé Fortuna & Pitangueira - Letras e Músicas

Zé Fortuna & Pitangueira

Paineira Velha

Paineira velha abandonada lá na estrada de meu sertão Tens uma história de meu passado que está guardada no meu coração Eu a encontrei eras pequena Em meio ao mato onde nasceu Todas as tardes eu a regava E assim depressa você cresceu Paineira velha na sua sombra Com minha

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Crime de Amor

Desde os lindos tempos que eram estudantes. Osvaldo e Clarisse se amavam demais. Igual duas aves que não conheciam. Da vida enganosa seus golpes fatais. Um dia Osvaldo formou-se pra médico. E ela formou-se um ano depois. Casaram-se e foram em longa viagem. De lua-de-mel bem felizes os

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Lembrança

Intro: G A7 D A7 D D A7 D Lembrança por que não foges de mim | Me ajude a arrancar do peitoessa dor A7 D Afaste meu pensamento e o seu | Porque vamos reviver esse amor A7 D Amando nós parecemos iguais | Eu tenho

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São Cristovão

Diz a história sacra que josé e maria com jesus menino junto ao rio jordão Chegaram cansados para atravessá-lo, a um homem pediram sua proteção Ele era cristóvão que pegou o menino, e o rio a nado ele atravessou Foi a vez primeira que

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Esteio de Aroeira

Esteio de aroeira corroído pelo anos O vendável do tempo até hoje tu resistes Quem hoje vê teu vulto no sertão abandonado Não sabe que encerras sua história longa e triste Meu pai que te plantou na terra dura lá da mata Tu foste a cumeeira

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O Candidato e o Caipira

- Olá caboclo, bom dia. Então, como vai você? - Vou indo bem, seu dotô, mas me descurpe eu dizê Eu não conheço o sinhô. Quem tu é, posso sabê? - Ora, caboclo, nunca ouviu falar do dr. Pereira? Fui prefeito há muito tempo no

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Água No Leite (O Leiteiro E O Macaco)

Um leiteiro ganacioso enganava a freguesia Misturava água no leite e ara o povo vendia Enriquecendo depressa dizia fazendo graça Não há nada nesse mundo que o homem queira e não faça E quando eu puxar do balde Água do poço a vontade Não falta leite na

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Pedido de Casamento

Baiano: - Boa noite, seu joanim. Italiano: - Bona cera, zé romão. Má porco cão, uma hora dessas vem me tirar do colchão! Entra pra dentro rapaz, que aí fora você esfria. Aconteceu alguma coisa? Quem morreu de sua familia? Baiano: - Não. Não aconteceu nada,

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O Selo de Sangue

Lá no campo de batalha o pracinha escrevia Pra sua noiva contando a saudade que sentia Como era examinada toda carta que saía Mandava boas notícia e a verdade não dizia Um dia chegou uma carta e estava escrito Lurdinha Eu estou bem de saúde e

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A Palavra Ladrão

Vicente deixou seus pais numa vila do interior e pra aventurar a vida prá São Paulo ele mudou transformou-se em pouco tempo num ladrão assaltador pro pai mandava dinheiro mas o velho não pensou que o dinheiro recebido foi o filho que roubou Um dia a

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O Punhal da Vingança

"Tereza e José se amavam Mas os pais dela obrigaram De José se separaram E quando os dois se apartaram Pra nunca mais se casar Num longo abraço juraram Um punhal pra cada um e guardaram Com um trato feito: Se um dos dois se casasse um dia O

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Moça Gorda

Moça gorda era a Chica Constânça Quando ela casou que trabalho estafante Pra vestir seu vestido de noiva Veio a costureira e mais vinte ajudante. E trouxeram cem metros de faixas Pra ver se a danada formava a cintura Quando a turma apertava no meio Por todos os

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De Olho Nela

Moça bonita é a gabriela, pois todo mundo tá de olho nela (bis) Se ela vai num restaurante o garçom queima a panela O freguês mastiga o copo pensando que é mortadela Joga o ovo e come a casca por estar de olho nela. Ontem

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Três Batidas da Porteira

Aquela velha porteira, na subida da pedreira, Bateu triste aquele dia O sol ia descambando, quando Bento soluçando, De Chiquinha despedia Ele partiu para a guerra, na porteira ficou ela, Vendo ao longe ele sumir A porteira foi fechando, duas vidas separando, Para nunca mais se unir Depois de

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Retalhos de Amor

Um lencinho banhado de pranto Que alguém a chorar jogou fora Um rastinho na areia da estrada À indicar que um amor foi embora Duas letras gravadas no tronco De uma linda paineira em flor São, são, são, meu senhor São retalhos de amor São, são, são, meu senhor São

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O Homem D’Água

No rio paranapanema ai ai A notícia esparramou Que havia um homem d`agua ai ai Perseguindo os pescador Fui pescar naquele rio ai ai Depois que o galo cantou No céu a lua brilhava E nas águas mostrava Seu lindo esplendor. Derrepente eu escutei ai ai Bem distante um assovio E na

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Senhora Aparecida

Oh, senhora aparecida Que por deus foi escolhida Padroeira do brasil. Em todo o lar é adorada Entre as flores conservada Num manto azul cor de anil. Desde o palácio enfeitado Até o rancho abandonado Lá nos confins do sertão Existe a imagem querida Da senhora aparecida Dando a todos proteção. És a

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A Moça do Carro De Boi

Velho carreiro ao parar de carrear Pra sua filha o comando ele entregou E aqueles bois se acostumaram com a moça De tal maneira que jamais ele encalhou Podia estar no lamaçal mais perigoso Bastava ela dar apenas um sinal Pra se ouvir cocão gemer dentro do

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Voz De Criança

Sentada num banco frio a criminosa, ouvia a cruel sentença que a condenava Por ter matado o amante que sem piedade, de seu filhinho querido tanto judiava Enquanto toda a assistência batia palma, se ouvia uma voz de criança gritando assim: “não prendam mamãe,

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O Beijo da Morte

O moço Zequinha, amava a priminha, com muita afeição Leonor também tinha o primo Zequinha no seu coração mas seus pais souberam e já desfizeram seus sonhos em flor os dois se apartaram, tristonhos choraram morrendo de amor Foi passando o tempo até que uma